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A MATEMÁTICA ESTÁ EM TUDO

Publicado em 18/12/2017

 

Prezados leitores, chegamos ao nosso quinquagésimo texto na coluna Para Gostar de Matemática.
No primeiro de todos, em julho de 2013, falei sobre a beleza da Matemática, essa ciência imprescindível para chegarmos aos inúmeros desenvolvimentos tecnológicos que hoje conhecemos e utilizamos.
Quatro anos e meio depois, volto a abordar a importância da Rainha das Ciências. Por que voltar a esse assunto tanto tempo depois?
Desde 2004, ocorre no Brasil, no mês de outubro, a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Conduzido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o evento tem como objetivo diminuir a distância entre a população e a ciência.
Diversos assuntos relevantes foram tratados em edições anteriores, como desenvolvimento sustentável, saúde e esporte, desenvolvimento social, etc.
Em 2017, o tema escolhido pelo ministério foi “A Matemática está em tudo”. Nada mais justo, pois não existe qualquer ciência sem os conhecimentos matemáticos.
Realmente, a Matemática está em tudo. Antes mesmo de nascermos, nossos pais já contam o tempo de nossa chegada ao mundo. Assim que saímos do útero de nossas genitoras, o teste de apgar avalia se precisamos de cuidados médicos adicionais pós-nascimento. Posteriormente, passaremos por contínuas medições de peso, altura, etc. Contagens, avaliações e medições são o emprego básico da Matemática.
Qualquer que seja o campo de conhecimento humano que você escolha, pode ter a certeza de que a Matemática estará lá para mostrar-lhe sua importância. Medicina? A Matemática está presente na criação de aparelhos, no cálculo de Índice de Massa Corpórea (IMC), na dosimetria de medicamentos, etc. Farmácia? Está presente nos cálculos de composições de fórmulas. Odontologia? Ela está no cálculo de composições de amálgamas, dimensionamento de próteses, cálculo de canais, etc.
Na fotografia, os profissionais obtêm os melhores resultados após calcularem e utilizarem a regra dos terços. Na música, desde a antiguidade sabemos que as escalas musicais são formadas por cálculos matemáticos. Utilizando uma corda, Pitágoras vibrou-a e obteve um som. Ao dividir a corda ao meio, o som obtido foi similar ao anterior, porém mais agudo, ao que os músicos chamam de uma oitava acima. Dividindo-se a corda em três partes iguais, uma nova nota foi obtida, sendo um som harmônico em comparação com o primeiro.
Anualmente, ocorre no Brasil a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) visando ao estímulo e desenvolvimento da disciplina. Em 2017, ocorreu pela primeira vez em terras tupiniquins a Olimpíada Internacional de Matemática, na qual os estudantes brasileiros obtiveram a 37ª colocação entre os 112 países participantes.
Em 2010, tive o privilégio de participar da solenidade de premiação da OBMEP na região norte de Minas Gerais, ocorrida na Universidade Estadual de Montes Claros. Foi muito gratificante ver o brilho nos olhos daquelas crianças, aplaudir e premiar o futuro de nosso país.
Embora nossos melhores alunos obtenham bons resultados nas olimpíadas, a educação básica dessa disciplina no Brasil é muito ruim. Estatísticas registram que nossos jovens apresentam um péssimo desempenho na compreensão e solução de problemas matemáticos, ficando nas últimas colocações na comparação com outros países.
Amigos leitores, até o próximo texto, se Deus quiser!
Um abraço!

Ramos

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